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Set a Dez

Circuito Para Todos


Re[EDU]: Opera

Oficina de Escrita

A oficina de escrita do projeto Re[EDU]:Opera marca o início de uma viagem criativa e colaborativa rumo à construção de uma pequena ópera comunitária. Na primeira etapa, os participantes são convidados a explorar ideias, memórias e experiências em torno da acessibilidade cultural, tema central da criação, dando forma ao libreto que servirá de base à futura composição.  


Orientada por Mário João Alves, a oficina propõe um espaço de experimentação e partilha, onde a palavra é ponto de encontro entre diferentes vozes, sensibilidades e vivências. Uma experiência de escrita aberta e inclusiva, onde todos podem contribuir para imaginar uma ópera feita com e para a comunidade. 


Atividade inserida no Passaporte do Circuito

04 out (sáb) | 11:00 às 13:00 | Theatro Circo

11 out (sáb) | 11:00 às 13:00 | Theatro Circo

18 out (sáb) | 11:00 às 13:00 | CERCI Braga

29 nov (sáb) | 11:00 às 13:00 | Theatro Circo

#workshop

@CERCI Braga e Theatro Circo

Gratuito mediante inscrição para circuito@bragamediaarts.com 

Nota Todas as sessões irão decorrer no Theatro Circo, à exceção de 18 de outubro, que acontecerá nas instalações da CERCI Braga.

Mediação Mário João Alves e Artur Carvalho 


Parceiros Sinfonietta de Braga e CERCI Braga 


Público-alvo Maiores de 16 anos, com interesse em escrita para Ópera 


Apoio República Portuguesa – Cultura, Juventude e Desporto / Direção-Geral das Artes · RTCP – Rede de Teatros e Cineteatros Portugueses | Banco BPI e Fundação ”la Caixa”


 

Mário João Alves

Mário João Alves é cantor, autor, encenador e professor. Atua em teatros nacionais e internacionais, tem várias obras literárias publicadas, entre elas Amílcar, Consertador de Búzios Calados e Afonso Cabrita, Meu Tio, Ensaísta, Toureiro e Melancólico, cria libretos de ópera e dirige a Companhia Ópera ISTO.


Artur Carvalho 

Artur Carvalho é diretor, músico e performer da WETUMTUM - Associação cultural e diretor do “Festival Papagaio”. Formou-se em Engenharia Civil no Instituto Superior de Engenharia do Porto, mas o seu envolvimento e paixão pela música levaram-no a abandonar a profissão de engenheiro para realizar projetos de arte comunitária, tendo sempre como objetivo promover o desenvolvimento humano.